Em uma quinta-feira, peguei meu celular e comecei a escutar Billie Jean. Minha amiga que estava do meu lado se surpreendeu ao me ver escutando Michael Jackson, principalmente porque é uma música muito antiga e já fazia tempos que não se ouvia falar no cantor. Ela não curtiu e pegou o celular dela para escutar a música do momento, enquanto eu escutava um sucesso da década de 80. Uma semana depois daquela quinta todos voltariam a escutar falar de Michael Jackson. Ele havia morrido.
Parecia estranho ver que um cantor que você estava começando a conhecer de verdade tinha ido, e quando eu soube da notícia demorou um certo tempo para entender de verdade que o cara do moonwalk não estaria mais entre nós. De certo havia quase um mês que tinha baixado a música, desde que tive um insight repentino de que ele faria uns shows em breve. Fiquei escutando toda semana, e confesso que não sou um fã.
Naquela quinta tentei acompanhar o que acontecia de fato, porque como disse, demorou para entender, para cair a ficha. Na internet a divulgação foi imediata, enquanto na televisão a Fátima Bernardes enrolou até que deu a notícia. Li as reportagens que publicaram e entendi, finalmente, que o cara tinha falecido.
Nunca curti de verdade o Michael Jackson, mas me lembro de jogar Moonwalker, de ver o DVD, de ver os trailers, de acompanhar a trajetória na carreira e de ver o filme dele na TV. Aliás, sempre quis um DVD do Michael Jackson desde que vi aqueles extras que vinham com ele. Os clipes Thiller, Billie Jean e Black or White estavam todos lá.
Acho que não fui tão fã por não conhecer ao certo quem era ele; talvez louco, esquisito ou com alguns problemas, mas com certeza diferente. Tinha um talento incrível e, por mais que fosse o que foi, vai deixar recordações. Uma ruim é de que não aprendi a fazer o moonwalk.
Parecia estranho ver que um cantor que você estava começando a conhecer de verdade tinha ido, e quando eu soube da notícia demorou um certo tempo para entender de verdade que o cara do moonwalk não estaria mais entre nós. De certo havia quase um mês que tinha baixado a música, desde que tive um insight repentino de que ele faria uns shows em breve. Fiquei escutando toda semana, e confesso que não sou um fã.
Naquela quinta tentei acompanhar o que acontecia de fato, porque como disse, demorou para entender, para cair a ficha. Na internet a divulgação foi imediata, enquanto na televisão a Fátima Bernardes enrolou até que deu a notícia. Li as reportagens que publicaram e entendi, finalmente, que o cara tinha falecido.Nunca curti de verdade o Michael Jackson, mas me lembro de jogar Moonwalker, de ver o DVD, de ver os trailers, de acompanhar a trajetória na carreira e de ver o filme dele na TV. Aliás, sempre quis um DVD do Michael Jackson desde que vi aqueles extras que vinham com ele. Os clipes Thiller, Billie Jean e Black or White estavam todos lá.
Acho que não fui tão fã por não conhecer ao certo quem era ele; talvez louco, esquisito ou com alguns problemas, mas com certeza diferente. Tinha um talento incrível e, por mais que fosse o que foi, vai deixar recordações. Uma ruim é de que não aprendi a fazer o moonwalk.








2 comentários:
Eu também não aprendi a fazer o moonwalk!
E não há duvidas de que ele será mais um a morrer "jovem" (não mais do que a maioria) e deixar um grande legado.
Quando soube da morte, logo pensei em Kurt Cobain, John Lennon, Cazuza, Renato Russo, Mamonas Assassinas e muitos outros que se foram e deixaram aquela sensação de que poderia ter nos dado algo mais. Um álbum, uma música, um videoclipe? Enfim, algo mais...
Branco, pensei a mesma coisa. Quando era vivo, poucas pessoas ainda davam valor, depois de morto ele volta como o "rei do pop". E aposto q mt gente mudou de ideia a respeito dele depois do 25 de Julho e, assim como imortalizaram os caras que vc citou, ele com certeza já foi.
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