
A Bienal do Livro é sempre imperdível. Não tem como não ir, ainda mais sem comprar um único livro. Sempre tem uma novidade e é como se fosse um parque de diversões no meio do nada, que você anda em todos os brinquedos até cansar. Se não fosse pela Bienal, seria difícil encontrar um evento em que centenas e milhares de pessoas fossem com um objetivo não tão comum: cultura. É difícil andar no meio de tanta gente e atravessar os pavilhões para não perder nada. Mas tudo vale o esforço.
Cheguei ontem às 17h e fiquei até fechar. O Café Literário me fez comprar o livro da noite, depois corri com uma amiga até o Livro Em Cena para não perder José Mayer e Paulo José lerem Érico Veríssimo (O Tempo e o Vento). Depois dessa, fomos arranjar alguma coisa pra comprar e saímos satisfeitos de lá, apesar do tumulto e da correria.
Algumas editoras estavam com livros em promoção e acabei comprando um do Larry Rother (não Harry Potter), que estava poucos minutos antes no Café Literário, por vinte reais. Outra coisa foi a vantagem das assinaturas da Editora Abril, que dava quase um ano a mais de graça se você assinasse o primeiro. As outras ainda tinham livros com vinte, trinta ou até cinquenta por cento de desconto. Era pra comprar e levar. Os best-sellers sempre mais caros do que os outros, que não perdiam a vez por causa do anonimato.
Se a Bienal certa vez fosse anual, haveria muito mais conhecimento por aí, mais eventos, oportunidades, novidades e diversão. Mas é bom ser a cada dois anos para não perder o gosto da ansiedade e aproveitar uma atração cada vez melhor.
Cheguei ontem às 17h e fiquei até fechar. O Café Literário me fez comprar o livro da noite, depois corri com uma amiga até o Livro Em Cena para não perder José Mayer e Paulo José lerem Érico Veríssimo (O Tempo e o Vento). Depois dessa, fomos arranjar alguma coisa pra comprar e saímos satisfeitos de lá, apesar do tumulto e da correria.
Algumas editoras estavam com livros em promoção e acabei comprando um do Larry Rother (não Harry Potter), que estava poucos minutos antes no Café Literário, por vinte reais. Outra coisa foi a vantagem das assinaturas da Editora Abril, que dava quase um ano a mais de graça se você assinasse o primeiro. As outras ainda tinham livros com vinte, trinta ou até cinquenta por cento de desconto. Era pra comprar e levar. Os best-sellers sempre mais caros do que os outros, que não perdiam a vez por causa do anonimato.
Se a Bienal certa vez fosse anual, haveria muito mais conhecimento por aí, mais eventos, oportunidades, novidades e diversão. Mas é bom ser a cada dois anos para não perder o gosto da ansiedade e aproveitar uma atração cada vez melhor.












2 comentários:
1- "Depois dessa, fomos arranjar alguma coisa pra comprar e saímos satisfeitos de lá, apesar do tumulto e da correria."
Oi? Porque não foi você que ouviu mil vezes um amigo do seu lado reclamando "MAS EU TENHO QUE COMPRAR MAIS 30 LIVROS! MORREREI SE SAIR DAQUI SE NÃO COMPRAR!". Depois, mulheres que são consumistas!
:D
2- Não comentou do piso do Café Literário, hahah
3- Ganhava-se revistas de graça, também, se se chamasse Thaiz Senna
4- Esqueci o que ia falar
5- "Se a Bienal certa vez fosse anual, haveria muito mais conhecimento por aí, mais eventos, oportunidades, novidades e diversão" e menos dinheiro no bolso.
E adorei a foto.
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