
Quando vi hoje uma reportagem no jornal onde uma repórter perguntava para algumas crianças o que elas queriam nesse Dia das Crianças, lembrei rapidamente de outra reportagem que saiu na revista Superinteressante de agosto desse ano. A resposta daquelas crianças eram claras - elas queriam um computador. Não eram bonecas que falavam ou carros que andavam em pistas acrobáticas, mas uma máquina. A reportagem da revista foi no alvo mostrando que as crianças de hoje em dia talvez abandonem a infância mais cedo do que as crianças de uma, duas décadas atrás. E é claro que isso é perceptível; os brinquedos vão sendo deixados de lado para dar lugar a um Orkut, MSN ou, quem sabe, uma conta no Twitter.
Na era da informação (escuto muito isso) é preciso uma comunicação rápida, dinâmica e cada vez mais adequada aos perfis de usuários. As crianças não fogem dessa nova tendência, logo as crianças que adoram novidades. O mercado está vendo as mudanças e, falando de mercado infantil, as coisas não andam muito bem. Será que existe uma crise no mercado de brinquedos, desenhos animados e outras coisas ligadas à esse universo? O pior é que ninguém sabe como conter essa rapidez de informação. As crianças estão atentas à ela e amadurecendo mais cedo, ainda mais hoje em que a informática está num nível muito superior em relação ao final do último século. Elas querem conversar online, saber o que está rolando na web e se atualizar.
Daqui a uns cinco ou dez anos a situação pode distanciar ainda mais as crianças da infância, e será o fim da indústria desse ramo. É só parar para pensar no que está acontecendo ao redor e ver que os desenhos não são mais os mesmos, as roupas não são mais as mesmas, os brinquedos, a televisão, a Turma da Mônica, os livros, as crianças não são as mesmas. É só esperar e ver que tudo aquilo que a gente já viveu um dia pode não existir para aqueles que ainda vão viver.
Na era da informação (escuto muito isso) é preciso uma comunicação rápida, dinâmica e cada vez mais adequada aos perfis de usuários. As crianças não fogem dessa nova tendência, logo as crianças que adoram novidades. O mercado está vendo as mudanças e, falando de mercado infantil, as coisas não andam muito bem. Será que existe uma crise no mercado de brinquedos, desenhos animados e outras coisas ligadas à esse universo? O pior é que ninguém sabe como conter essa rapidez de informação. As crianças estão atentas à ela e amadurecendo mais cedo, ainda mais hoje em que a informática está num nível muito superior em relação ao final do último século. Elas querem conversar online, saber o que está rolando na web e se atualizar.
Daqui a uns cinco ou dez anos a situação pode distanciar ainda mais as crianças da infância, e será o fim da indústria desse ramo. É só parar para pensar no que está acontecendo ao redor e ver que os desenhos não são mais os mesmos, as roupas não são mais as mesmas, os brinquedos, a televisão, a Turma da Mônica, os livros, as crianças não são as mesmas. É só esperar e ver que tudo aquilo que a gente já viveu um dia pode não existir para aqueles que ainda vão viver.












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