Desde 2001 a Rede Globo investe pesado no seu programa de maior retorno: O Big Brother Brasil. São nove edições até agora, com ganhadores milionários e cheios de prêmios. O último vencedor, o da oitava edição, ganhou moto, carros, computadores e outros brindes que vieram de paraquedas. Mas será que vale a pena gastar esse tempo precioso que temos hoje em dia vendo um programa que mostra a vida dos outros? Em parte, sim.
Entender a mente humana não é uma coisa fácil, principalmente no meio de convívio social, na pele. Analisar o que pode ser visto pelos outros ajuda no entendimento de diferentes grupos sociais. Um diferencial dos Reality Shows é reunir esses diferentes grupos e juntar todos em uma casa, confinados por dias, semanas, meses. É quase um tratamento de choque pôr uma pessoa que não tem os mesmos princípios que os seus para viverem na mesma casa e até compartilharem o mesmo quarto, a mesma mesa. E é esse tratamento sofrido pelos participantes que favorece quem assiste, buscando questionar até que ponto a mente humana pode chegar.
No nosso meio social não é conveniente ficar vigiando a vida alheia, querendo saber o que se passa naquela mente. É mais fácil, por exemplo, saber quais planos um filho ou um cônjuge têm do que o de um colega de trabalho. A análise é mais detalhada, devido ao convívio presente diário (na maioria dos casos) e dos passos caminhados juntos. É capaz de você saber uma opinião de qualquer um de sua família antes de ela mesmo ser emitida.
O ibope não para de crescer, porque cada vez mais pessoas entram no jogo, votam e discutem nas ruas, gernando mais troca de opiniões. Esse bate-boca mostra que as pessoas estão mais antenadas no que diz respeito ao comportamento e aos realities.
Se formos pensar em como aquela pessoa não votou na outro no paredão passado é porque você identificou o que ela quis dizer e você já aperfeiçoa a sua noção dedutiva. E ser curioso é bom, vá ver um reality show! Vê se assim você consegue entender porque aquela paquera não te ligou.
Entender a mente humana não é uma coisa fácil, principalmente no meio de convívio social, na pele. Analisar o que pode ser visto pelos outros ajuda no entendimento de diferentes grupos sociais. Um diferencial dos Reality Shows é reunir esses diferentes grupos e juntar todos em uma casa, confinados por dias, semanas, meses. É quase um tratamento de choque pôr uma pessoa que não tem os mesmos princípios que os seus para viverem na mesma casa e até compartilharem o mesmo quarto, a mesma mesa. E é esse tratamento sofrido pelos participantes que favorece quem assiste, buscando questionar até que ponto a mente humana pode chegar.
No nosso meio social não é conveniente ficar vigiando a vida alheia, querendo saber o que se passa naquela mente. É mais fácil, por exemplo, saber quais planos um filho ou um cônjuge têm do que o de um colega de trabalho. A análise é mais detalhada, devido ao convívio presente diário (na maioria dos casos) e dos passos caminhados juntos. É capaz de você saber uma opinião de qualquer um de sua família antes de ela mesmo ser emitida.O ibope não para de crescer, porque cada vez mais pessoas entram no jogo, votam e discutem nas ruas, gernando mais troca de opiniões. Esse bate-boca mostra que as pessoas estão mais antenadas no que diz respeito ao comportamento e aos realities.
Se formos pensar em como aquela pessoa não votou na outro no paredão passado é porque você identificou o que ela quis dizer e você já aperfeiçoa a sua noção dedutiva. E ser curioso é bom, vá ver um reality show! Vê se assim você consegue entender porque aquela paquera não te ligou.












